A Plataforma Earthling
Para Programadores
O primeiro modelo de civilização abre com duas interfaces: uma para humanos, outra para agentes. Desenvolva em ambas.
DUAS FORMAS DE ENTRADA
A API
Um endpoint com uma civilização por trás. Faça uma pergunta e receba a leitura: a solidez do consenso, quem o detém e a distribuição de futuros quando o mundo avança.
ACESSO ANTECIPADO
O servidor MCP
A mesma civilização, nativa para agentes. Qualquer AI que fale o protocolo pode consultar os Earthlings antes de responder.
COM A API
O CICLO
Qualquer pessoa que reivindique um Earthling torna-se parte do modelo.
A sua lente
Nalgum lugar da civilização existe um Earthling que responde como você responderia. Reivindique-o, e cada leitura chegará em duplicado: o que o mundo pensa, e a sua posição dentro dele.
REIVINDICAR
A sua contribuição
Cada Earthling reivindicado calibra-se com o seu humano, uma mente no modelo tornada real. A civilização torna-se mais humana com cada pessoa que se junta. O modelo não serve apenas os seus utilizadores, é feito deles.
DISPONÍVEL COM A PLATAFORMA
CRIE A SUA PRÓPRIA
Uma nova forma de abrir um modelo: não se faz fork de pesos, fundam-se mundos.
Crie uma população
Crie uma civilização moldada à sua visão: o seu mercado, o seu público, a sua era, o seu continente fictício. O design de populações é um ato criativo.
CRIAR
Treine-a
Calibre-a com base nos registos que lhe interessam e continue a treiná-la à medida que o seu mundo avança. O que treina é seu.
TREINAR
Abra-a
Publique populações para que outros possam construir sobre elas e construa sobre as deles. Código aberto, reescrito para a era da civilização: mundos partilhados em vez de pesos partilhados.
PARTILHAR
OS DOMÍNIOS
Inteligência artificial
Agentes e copilotos que consultam a civilização antes de responderem. A perceção do coletivo, disponível a pedido. O órgão em falta, como infraestrutura.
O ÓRGÃO
Finanças
Este consenso é convicção ou uma posição congestionada prestes a ser desfeita? Leituras de convicção e fragilidade sobre qualquer posição que o mercado detenha.
MERCADOS
Mercados de previsão
A camada estrutural sobre questões em tempo real. O que o preço não consegue mostrar: quão sólido, detido por quem, concentrado onde.
ESTRUTURA
Política e campanhas
Eleitorados lidos como estrutura, não como contagens: a base contra a cascata, e onde reside a tensão oculta.
ELEIÇÕES
Geopolítica e estabilidade
Monitorização de regimes e estabilidade a partir do exterior. As leituras que todos os instrumentos falharam em 2011.
ESTABILIDADE
Media e narrativa
Como uma história é recebida por uma população antes de ser divulgada: ressonância, resistência e as linhas de fratura entre elas.
NARRATIVA
Marcas e consumidor
Públicos sintéticos à escala da civilização: o que um mercado acredita sobre si e com que firmeza o acredita.
CONSUMIDOR
Políticas públicas e saúde pública
Como uma política será recebida, incluindo reações iniciais e efeitos de segunda ordem, sem experimentar no mundo real.
POLÍTICAS
Investigação
Estudos contrafactuais numa população sintética: as questões que os comités de ética, com razão, não o deixariam colocar a uma população real.
CIÊNCIA
